terça-feira, 9 de abril de 2013
Eu ganhei; nós empatamos; vocês perderam...
Conheço chefes que confundem “autoridade” com
“autoritarismo”. São do tipo “Eu ganhei; nós empatamos; vocês perderam”. Quando
as coisas dão certo é graças a ele. Quando dão errado, a culpa é do time e não
dele.
A palavra “autoridade” vem do latim augere que
significa “fazer crescer”. Assim, o verdadeiro chefe, o verdadeiro líder é
aquele que faz sua equipe crescer, fazendo com que cada um de seus liderados
tenham condições de dar tudo de si para que o time ganhe. Ele não apenas
desafia cada um dos membros de sua equipe para que o time vença, mas, e
principalmente, ele “se” desafia para que cada membro da equipe cresça em
benefício de seus companheiros e do time.
PROF. LUIZ MARINS
Antropólogo. Estudou Antropologia na Austrália
(Macquarie University/School of Behavioural Sciences) sob a orientação do
renomado antropólogo indiano Prof. Dr. Chandra Jayawardena e na Universidade de
São Paulo (USP), sob a orientação da Profa.Dra. Thekla Hartmann;
A palavra “autoridade” vem do latim augere que
significa “fazer crescer”. Assim, o verdadeiro chefe, o verdadeiro líder é
aquele que faz sua equipe crescer, fazendo com que cada um de seus liderados
tenham condições de dar tudo de si para que o time ganhe. Ele não apenas
desafia cada um dos membros de sua equipe para que o time vença, mas, e
principalmente, ele “se” desafia para que cada membro da equipe cresça em
benefício de seus companheiros e do time.
Chefes com ego inflado, cheios de si não formam times
vencedores. Eles vivem como se estivessem o tempo todo defronte a um espelho,
se olhando, se vendo, se admirando. Cheios de si, na sua mente não há espaço
para mais ninguém. Eles preenchem com sua arrogância e soberba todos os
espaços.
Muitos chefes me perguntam por que seus
colaboradores não se comprometem. Muitas vezes sou obrigado a dizer a maior
parcela de culpa recai sobre os próprios chefes que não dão espaço para que os
colaboradores se comprometam. Fazem uma gestão pelo medo. Punem o erro honesto
e assim impedem, de fato, seus subordinados de criar, inovar, tentar, propor.
Conheço chefes punitivos que criam equipes
mentirosas. Num processo de autodefesa seus liderados jamais contam a verdade.
A informação é enfeitada, dourada, maquiada, falsificada para que ele não
destile sua ira sobre as pessoas. Quem perde? O próprio chefe, é claro e, como
consequência direta, a empresa, os clientes, enfim, todos. Não há ganhador,
todos perdem.
Liderar pessoas não é fácil e não é para qualquer
um. É preciso que chefes sejam formados como verdadeiros líderes que sabem que
seu papel principal é fazer seus liderados crescerem e não ele próprio.
Pense nisso. Sucesso!
PROF. LUIZ MARINS
Antropólogo. Estudou Antropologia na Austrália
(Macquarie University/School of Behavioural Sciences) sob a orientação do
renomado antropólogo indiano Prof. Dr. Chandra Jayawardena e na Universidade de
São Paulo (USP), sob a orientação da Profa.Dra. Thekla Hartmann;
- Licenciado em História (Faculdade de Filosofia,
Ciências e Letras de Sorocaba); estudou Direito (Faculdade de Direito de
Sorocaba); Ciência Política (Universidade de Brasília - UnB); Negociação (New
York University, NY, USA); Planejamento e Marketing (Wharton School,
Pennsylvannia, USA); Antropologia Econômica e Macroeconomia (Curso especial da
London School of Economics em New South Wales) e outros cursos em universidades
no Brasil e no exterior.
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